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quarta-feira, 30 de março de 2011

HIPERTENSÃO ARTERIAL - INTRODUÇÃO

O  coração é uma bomba eficiente que bate de 60 a 80 vezes por minuto durante toda a nossa vida e impulsiona de 5 a 6 litros de sangue por minuto para todo o corpo.
Pressão arterial é a força com a qual o coração bombeia o sangue através dos vasos. É determinada pelo volume de sangue que sai do coração e a resistência que ele encontra para circular no corpo.
Ela pode ser modificada pela variação do volume de sangue ou viscosidade (espessura) do sangue, da freqüência cardíaca (batimentos cardíacos por minuto) e da elasticidade dos vasos. Os estímulos hormonais e nervosos que regulam a resistência sangüínea sofrem a influência pessoal e ambiental.
O que é?
Hipertensão arterial é a pressão arterial acima de 140x90 mmHg (milímetros de mercúrio) em adultos com mais de 18 anos, medida em repouso de quinze minutos e confirmada em três vezes consecutivas e em várias visitas médicas.
Elevações ocasionais da pressão podem ocorrer com exercícios físicos, nervosismo, preocupações, drogas, alimentos, fumo, álcool e café.
Cuidados para medir a pressão arterial

Alguns cuidados devem ser tomados, quando se verifica a pressão arterial:  
repouso de 15 minutos em ambiente calmo e agradável
a bexiga deve estar vazia (urinar antes)
após exercícios, álcool, café ou fumo aguardar 30 minutos para medir
o manguito do aparelho de pressão deve estar firme e bem ajustado ao braço e ter a largura de 40% da circunferência do braço,sendo que este deve ser mantido na altura do coração
não falar durante o procedimento
esperar 1 a 2 minutos entre as medidas
manguito especial para crianças e obesos devem ser usados
a posição sentada ou deitada é a recomendada na rotina das medidas
vale a medida de menor valor obtido
Níveis de pressão arterial
A pressão arterial é considerada normal quando a pressão sistólica (máxima) não ultrapassar a 130 e a diastólica (mínima) for inferior a 85 mmHg.
De acordo com a situação clínica, recomenda-se que as medidas sejam repetidas pelo menos em duas ou mais visitas clínicas.
No quadro abaixo, vemos as variações da pressão arterial normal e hipertensão em adultos maiores de 18 anos em mmHg:  
SISTÓLICADIASTÓLICANível
13085Normal
130-13985- 89Normal limítrofe
140 -15990 - 99Hipertensão leve
160-179100-109Hipertensão moderada
> 179> 109Hipertensão grave
> 140>90Hipertensão sistólica ou máxima

No Brasil 10 a 15% da população é hipertensa. A maioria das pessoas desconhece que são portadoras de hipertensão.
A hipertensão arterial pode ser sistólica e diastólica (máxima e mínima) ou só sistólica (máxima). A maioria desses indivíduos, 95%, tem hipertensão arterial chamada de essencial ou primária (sem causa) e 5% têm hipertensão arterial secundária a uma causa bem definida.
O achado de hipertensão arterial é elevado nos obesos 20 a 40%, diabéticos 30 a 60%, negros 20 a 30% e idosos 30 a 50%. Nos idosos, quase sempre a hipertensão é só sistólica ou máxima.
Hipertensão arterial sistêmica
A hipertensão arterial sistêmica é uma doença crônica que, quando não tratada e controlada adequadamente, pode levar a complicações que podem atingir outros órgãos e sistemas. 
No sistema nervoso central podem ocorrer infartos, hemorragia e encefalopatia hipertensiva.
No coração, pode ocorrer cardiopatia isquêmica (angina), insuficiência cardíaca, aumento do coração e, em alguns casos, morte súbita.
Nos pacientes com insuficiência renal crônica associada sempre ocorre nefroesclerose.
No sistema vascular, pode ocorrer entupimentos e obstruções das artérias carótidas, aneurisma de aorta e doença vascular periférica dos membros inferiores.
No sistema visual, há retinopatia que reduz muito a visão dos pacientes.
Perguntas que você pode fazer ao seu médico
O que é pressão alta?
Qual o nível da minha pressão?
Devo fazer verificação da minha pressão em casa?
O que pode me acontecer se eu não tratar a pressão alta?
Quais os efeitos colaterais do tratamento?

VACINAS

Criança
Adolescente
IDOSOS

terça-feira, 29 de março de 2011

CALENDÁRIO DE IMUNIZAÇÃO DO PREMATURO

O Pé do diabético

Como diabético você precisa cuidar dos seus pés. Uma vez que desenvolva problemas com pé diabético o tratamento pode tornar-se difícil.


NEUROPATIA
O que é neuropatia ?
Neuropatia é a perda gradual da função do nervo devido a diabete. A alteração mais comum é a perda da sensibilidade, ou melhor, da sensação tátil dos pés e pernas.


Como eu sei que tenho neuropatia ?
Neuropatia geralmente acontese de forma lenta. Você pode não notá-la inicialmente porque ela é a ausência ou redução da sensação tátil.É dificil ficar atento para aquilo que a gente não sente! Um exame médico ou ás vezes testes especiais pode ajudar a fazer o diagnòstico.


A neuropatia causa perda da sensibilidade. Porque ás vezes eu sinto dor ou dormência no meu pé ?
A neuropatia pode fazer com que os nervos fiquem "fora de controle" ou transmita impulsos que voce pode experimentar como ausência de sensibilidade tátil, dormência, sensação de queimação, agulhadas, choques ou qualquer combinação dos sintomas acima.


Todos os diabéticos têm neuropatia ?
A probabilidade de ter neuropatia aumenta com a idade. Quanto mais tempo de diabetes maior a chance de desenvolver neuropatia. Muitos casos são leves, mas outros são muito severos. A gravidade da neuropatia não necessariamente corresponde com a gravidade do diabetes. Algumas pessoas com diabetes leve pode ter neuropatia grave.


A neuropatia afeta somente os pés ?
A neuropatia pode também envolver os tornozelos, pernas e as vezes mesmo as mãos. A tendência a ser mais grave nos pés que nas pernas. A neuropatia das pernas raramente vai acima dos joelhos.


O que pode acontecer com meu pé se eu tiver neuropatia ?
Você pode machucar ou cortar os seus pés sem perceber, simplesmente porque você não sente dor ou usar calçados que não são adequados e formar bolhas ou feridas (úlceras). Inicialmente isto pode causar pequenos problemas, que podem progredir para outros mais sérios. Isto quer dizer que toda vez que voce tiver um pequeno machucado ou uma infecção menor deve procurar seu médico. é muito frequente o paciente notar uma pequena área de inchaço ou avermelhada, mas não valoriza porque não sente dor. Depois o paciente pode perder toda a parte do pé. O que é mais perigoso na neuropatia é a falta de sensibilidade, porque isto faz com que a lesão não seja reconhecida.


CIRCULAÇÃO
Como o diabetes afeta a circulação ?
O diabetes pode contribuir para o estreitamento das artérias e a diminuição da circulação na perna. Entretanto, a neuropatia e não a circulação é a principal causa dos problemas do Pé Diabético.


Uma circulação pobre afeta a cicatrização ?
Sua pele e outros tecido s do corpo depedem de uma boa circulação sanguínea para leva oxigênio e nutrição. Uma circulação pobre pode resultar em alterações na pele e causar cortes, queimaduras. bolhas e outras lesões de pobre cicatrização. Algumas vezes um cirurgião vascular pode através de cirurgia aumentar a circulação para os pés e pernas ajudando na cicatrização de úlceras e machucados.


INFECÇÃO
Porque as infecções causam problemas nos pés ?
As infecções podem espalhar-se rapidamente pelos pés, dando pouco aviso. Lesões menores podem tornar-se úlceras e então desenvolver infecções profundas. Infecções graves dos tecidos e ossos necessitam de cirurgia além de antibiòticos.


Quais são os sinais de um possével infecção ?
Alguns sinais podem levar a suspeita de infecção. Febre associado a machucado ou bolhas nos pés, aumento de açucar na urina. difícil controle da glicemia, necessitando de dose maior de insulina.


Pode os antibióticos tratar as infecções ?
Sim, os antibiòticos são importantes, mas se voce tem uma circulação pobre, os antibioticos podem não chegar a infecção. Examine seus pés frequentemente para evitar problemas sérios.


CUIDADOS COM OS PÉS
1. Examine seus pés diariamente: Se for necessário peça ajuda a um familiar ou use um espelho.
2. Avise seu médico se tiver calos, rachaduras, alterações de cor ou úlceras.
3. Vista sempre meias limpas preferentemente de lã ou de algodão.
4. Calce apenas sapatos que não lhe apertem, preferencialmente de couro. Não use sapatos sem meias.
5. Sapatos novos devem ser usados aos poucos. Use-os nos primeiros dias apenas em casa por no máximo duas horas.
6. Nunca ande descalço, mesmo em casa.
7. Lave seus pés diariamente, com água morna e sabão neutro. Evite água quente. Seque bem os pés, especialmente entre o terceiro e quarto, quarto e quinto dedos.
8. Após lavar os pés use um hidratante a base de lanolina.
9. Corte as unhas de forma retas, horizontalmente.
10. Não remova os calos, nem procure corrigir unhas encravadas. Procure um tratamento profissional

sexta-feira, 25 de março de 2011

Receba Toda sorte de bênção

Bom Final de Semana, na paz....
Deus te abênçõe
Tudo o que um sonho precisa para ser realizado
é alguém que acredite que ele possa ser realizado.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Into ainda procura por voluntários para pesquisa sobre osteoporose

O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ainda procuram voluntários para a realização da pesquisa junto à pacientes com osteoporose do Grande Rio. Para se inscrever, o paciente, homem ou mulher, deve ter osteoporose diagnosticada por um médico e ter mais de 60 anos. O estudo é coordenado pelas pesquisadoras Verônica Vianna e Maria Eugenia Duarte com o objetivo principal de comparar a eficácia de quatro medicamentos que já são utilizados para o tratamento da doença.
De acordo com Maria Eugenia Duarte, o projeto terá uma utilidade prática muito grande, pois indicará qual o medicamento mais adequado para cada paciente que sofre de osteoporose, atendido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
"Os resultados desta pesquisa permitirão analisar, através de comparações, a eficácia do tratamento com diferentes medicações. Ao final de um ano, esperamos poder subsidiar o Ministério da Saúde na definição de uma política pública sobre o tema", explicou. Os pacientes que ingressarem na pesquisa serão submetidos periodicamente, a exames de imagem (radiografia, densitometria e tomografia óssea) e de sangue.
O estudo é financiado pela FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE) e Departamento de Ciência e Tecnologia (DECIT).
Quem quiser participar pode se cadastrar através do formulário eletrônico disponível no site www.into.saude.gov.br ou ligar para 3512-4987 ou 3512-4988, de segunda a sexta-feira, das 8h30min às 17 horas.

### No PIC-POLO INTEGRADO COM A COMUNIDADE- em COELHO NETO, RJ.
FAZ EXAME DE Densitometria óssea  PELO SUS, BASTA APENAS LIGAR E MARCAR
TEL. 2333-8324###

PLANTÃO - SAÚDE

OSTEOPOROSE
Em geral acreditamos que, após a fase de crescimento, nossos ossos estão formados e não se modificam mais. Essa é uma ideia equivocada, porque o osso é um tecido vivo e, como todos os demais tecidos no nosso corpo, está em constante mutação.
As células que compõem os ossos estão se renovando constantemente e para que esse processo se concretize, nosso organismo utiliza principalmente o cálcio. Quando essa renovação celular não se conclui de forma satisfatória, os ossos ficam com sua massa diminuída e tornam-se porosos, o que deixa o esqueleto mais sujeito a fraturas.
 
A esse conjunto de situações – menor massa óssea e porosidade – é que se dá o nome de osteoporose. A osteoporose atinge principalmente mulheres após a menopausa e idosos de ambos os sexos, causando problemas posturais e perda de altura, além do já mencionado maior risco de fraturas. Entretanto, a osteoporose é uma doença que pode ser prevenida e tratada.

Atividade óssea
Como já dissemos, o osso é um tecido vivo que está em constante atividade durante toda a vida. Ele contém colágeno - que é uma proteína -, cálcio e outros minerais. Cada osso é formado por uma camada externa chamada de osso cortical e um emaranhado interno, conhecido como osso trabecular.

O osso velho é destruído por células denominadas osteoclastos e reposto por células reconstrutoras chamadas de osteoblastos. A renovação do esqueleto demora de dois a dez anos, conforme o local do corpo e a faixa etária da pessoa.

Até os 35 anos de idade, há equilíbrio entre os processos de destruição (reabsorção) e de formação, mas, após essa idade, a perda óssea aumenta gradativamente, como parte do processo natural de envelhecimento.

QUEM PODE TER

Diversos fatores, físicos e ambientais, podem aumentar o risco de osteoporose. Os principais são:
 

1  -  Sexo – mulheres estão mais sujeitas do que homens, pois têm ossos mais leves e finos e porque na menopausa deixam de ter a proteção do hormônio estrógeno;
2 - Idade – O processo natural de envelhecimento reduz a velocidade de reposição de novas células ósseas pelo organismo;
3 - Histórico familiar – Existe um componente genético na osteoporose e, por isso, quem tem familiares que já apresentaram a doença está mais sujeito a desenvolvê-la também;
4  -  Raça – O risco maior fica para mulheres de origem caucasiana ou asiática. Afro-descendentes e latinos têm risco menor;
5  -  Tamanho do corpo – Pessoas com baixa estatura e baixo peso – em geral com Índice de Massa Corpórea (IMC) abaixo de 19, têm maior propensão a desenvolver osteoporose;
6  -   Estilo de vida – Dieta pobre em cálcio, insuficiência de vitamina D, sedentarismo, uso de bebidas alcoólicas e cigarro aumentam o risco.

Existem ainda fatores relacionados ao estilo de vida e ao uso de determinados medicamentos que podem elevar o risco de ocorrência de osteoporose:
1  -  Artrite reumatóide;
2  -  Anorexia nervosa;
3  -  Excesso de exercícios ou sedentarismo;
4  -  Baixo nível de testosterona em homens;
5  -  Hipertireoidismo
6  -  Doenças que afetam a absorção de nutrientes, tais como a doença de Crohn ou doença celíaca;
7  -  Doenças que causam longo período de imobilidade;
8  -  Uso de corticosteróides para outras doenças por períodos mais longos do que três meses;
9  -   Drogas anticonvulsivantes;
10 -  Drogas contra câncer de próstata que afetam a produção de testosterona ou sua atuação no organismo.

COMO DIAGNOSTICAR
Caso você apresente algum dos fatores de risco para a osteoporose, procure seu médico. Se ele achar necessário, poderá pedir que você realize um exame de diagnóstico por imagem chamado densitometria óssea.

A densitometria óssea – procedimento rápido e indolor - mede a consistência do osso em várias partes do corpo e pode detectar situação de baixa massa óssea ainda em fase inicial, denominada osteopenia. Com esse exame, é possível acompanhar a velocidade de perda óssea e predizer o risco de fraturas.

A Sociedade Brasileira de Densitometria recomenda a realização do exame de densitometria óssea nos seguintes casos:
 
- Mulheres de 65 anos de idade ou mais e homens a partir dos 70 anos, independentemente dos fatores de risco;
 
- Mulheres jovens na pós-menopausa e homens entre 50 e 70 anos de idade com algum fator de risco mais importante;
 
- Homens com idade inferior a 70 anos e com fatores de risco para fraturas;
 
- Mulheres na transição da menopausa com fatores de risco específico, associados com o risco aumentado de fratura, tais como baixo peso, fratura anterior por fragilidade e aumento do risco por uso de medicação;
 
- Adultos com uma fratura após os 50 anos;
 
- Adultos com artrite reumatóide ou em uso de corticóide em dose alta por mais de três meses, associado a baixa massa óssea ou perda óssea;
 
- Qualquer pessoa que irá iniciar ou esteja em tratamento específico para osteoporose;
 
- Qualquer pessoa que não esteja sendo medicada, mas que na comprovação de perda de massa óssea deverá ser tratada;
 
- Mulheres que tenham interrompido tratamento com estrógeno